3 anos de vitórias e muitas lutas

Não há honra em vitórias sem lutas, pois se é nelas que se distingue os homens dos meninos, os fracos dos fortes e os covardes dos heróis. Foi assim e é assim a viga mestra que norteia o caminho do SindForte. Há três anos os dirigentes do sindicato foram chamados de meninos, a pouca idade somando-se ao fato de ser um sindicato ainda no nascedouro, foram à luta provar no campo de batalha, que não é a idade que faz um sindicalista, e sim, sua forma de lutar, o não fugir da luta e o compromisso com os direitos dos trabalhadores.

Tal qual Leônidas e seus 300 no embate épico contra o poderoso Xerxes, Tertuliano Santiago, presidente do SindForte, sua diretoria e seus espartanos associados na defesa do trabalhador vigilante se puseram ao enfretamento dos interesses imperialistas das empresas de segurança privada, nestes últimos três anos foram várias vitórias suadas, honestas e honradas forjando uma nova leva de sindicalistas que não se apequenam com o tamanho ou a quantidade da luta a ser travada.

É preciso comemorar três anos de existência? É preciso sim! É necessário jubilar-se a cada conquista, a cada ano de vida, pois as mesmas forças reacionárias pelegas, entreguistas que forçaram o surgimento do SindForte, continuam à espreitar. Por isso, nunca é demais lembrarmos o dia 31 de janeiro de 2011, com o apoio incondicional da Confederação dos Vigilantes – CNTV, sob a presidência do companheiro Boaventura, se estabeleceu uma nova conquista para a categoria dos vigilantes do Rio Grande do Norte: a fundação do SindForte/RN, pondo por terra uma política tacanha, minúscula onde quem dava as ordens no Sindvigilante/RN era a classe patronal, enlameando todo o movimento sindical potiguar, que sempre esteve na vanguarda na defesa dos trabalhadores.

Trinta anos em três, alguns dirão que é exagero, mas não é. Neste três anos foram conquistas jamais imaginadas. O SindForte com sua diretoria e categoria harmonicamente coesa forjaram diretrizes e políticas que restauraram a dignidade do vigilante, a autoestima da categoria se caracterizando como uma das maiores conquistas, pois, antes os vigilantes eram tratados com desdém, com menosprezo pelos patrões, hoje, o respeito vem em primeiro lugar. Acrescente outras conquistas que impactaram na qualidade da categoria: Salários compatíveis com ganhos reais; 30% do risco de vida, que antes eram 6%; aumento nos valores dos tíquetes de refeições, plano de saúde, extinção da carga horária, dentre outras conquistas não menos importantes.

          Com as empresas o SindForte senta à mesa sempre no mesmo nível de diálogo, sem aquela subserviência que estavam acostumados, porém, forte, respaldado por sua base, não usa isso com arrogância, sempre flexível, mas intransigente na defesa dos interesses dos trabalhadores. “Se não fosse a junção de forças da categoria ainda estaríamos sendo massacrados por aqueles diretores inescrupulosos do Sindvigilante, que vendiam os direitos dos trabalhadores por 30 dinheiros. O maior patrimônio do SindForte é sem sombra de dúvidas sua unidade, a confiança adquirida pela categoria, forma uma liga inseparável na busca dos objetivos, a categoria tem a consciência que não foi a diretoria, o presidente ou qualquer outro membro isoladamente que obteve tamanhas vitórias, e sim, a união de todos, e, isto é imprescindível para mantermos nossas conquistas”, disse o presidente do SindForte, Tertuliano Santiago.

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