Patrão se borra de medo de trabalhador consciente

A história nos mostra todo santo dia, que o cabo de guerra entre a classe trabalhadora e os patrões está muito longe de ter um final feliz e desejado, não por imposição ou a falta de diálogo por parte dos trabalhadores, muito pelo contrário: O operário brasileiro sempre se mostrou disposto, e sempre vai, às reuniões, mesas e rodadas de negociações com o peito aberto, com bandeira branca hasteada, numa demonstração transparente de criar um ambiente favorável, de estabilidade no setor trabalhista e abrindo perspectivas para outras questões que não sejam o cumprimento de acordos e direitos dos trabalhadores, pois estes, pelos trabalhadores já estariam superados.

Nesta perspectiva, o empresariado imbecilmente, bestiadamente com seu cérebro reduzido a cifras financeiras não consegue enxergar o trabalhador como seu colaborador direto, e o trata, ou quer tratá-lo sob a margem da Lei Trabalhista e, em alguns casos a margem da própria Constituição.  Os vigilantes não propõe e não querem tapinhas nas costas, apertinhos de mãos ou almoços com empresários para fingir uma camuflada paz trabalhista, os trabalhadores, o Sindforte/RN querem apenas e, tão somente o cumprimento, o respeito aos acordos de suas CCT- Convenções Coletivas Trabalhistas.

Chega, passou da hora destas bestas feras, além de tolas, cegas e burras passarem a tirar as travas dos olhos e perceberem que a massa trabalhadora detém, a força hercúlea, pode e deve usar desta, sempre que for subjugada ou tentativa de chantagem patronal: a GREVE é um direito universal do trabalhador.

O Sindfortes, de Vitória/ES, depois de mais de 2 meses de greve onde as empresas Brink’s e Prosegur se recusaram a negociar com os vigilantes, agora descumprem um ato normativo da Justiça do Trabalho, que previa o pagamento dos dias parados. Já são 97 dias sem salários e em resposta os companheiros de Espírito Santo partem novamente para greve geral.  Usando do poderio econômico as empresa, além de não efetivarem o ato jurídico já avisaram que não tem conversa.

      Por essas e outras mais, que o SindForte/RN está sempre atento às manobras e artimanhas patronais e não se cansa em cada vez mais tornar, a  sólida categoria do vigilantes do Rio Grande do Norte numa unidade consciência de sua nossa força, capaz de resistir aos ataques dos patrões imbecilóides. Patrão se borra de medo de trabalhador consciente de seus direitos, de vigilante sindicalizado. Juntos somos fortes, invencíveis!

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