SINDFORTE/RN, INICIA RODADAS DE NEGOCIAÇÕES

SINDFORTE/RN, INICIA RODADAS DE NEGOCIAÇÕES

         Na última quarta-feira, 04/03, às 10h, foi realizado a primeira rodada de negociação do SindForte/RN na sede da SRTE – Super Intendência Regional do Trabalho e Emprego/rn, com a classe patronal, mediada pelo Dr. Claudio Gabriel de Macedo Junior com as presenças de Rossine Braulino presidente do SINDESP/RN e representantes das empresas Prosegur e Brinks. Defendendo os interesses dos vigilantes: Tertuliano Santiago – presidente do SindForte/RN, e seus diretores e o representante jurídico Dr. Oderley Santiago; Cassiano Sousa, – presidente do Sindesv/PE, diretor da CNTV (Confederação Nacional do Vigilante) e presidente da Fives (Federação Interestadual dos Vigilantes do Nordeste), com Assessor Jurídico Dr. Francisco Fragoso e o Assessor Sindical e de Base da confederação e Federação Iran Victor  , com Áttila de Sousa, diretor do SindesForte/PB e a Drª. Marília Burity, advogada.

         Nesta primeira rodada aconteceu o que o SindForte havia previsto, isto é, sempre os patrões tentariam ganhar tempo, postergar qualquer conclusão. Usando de artifícios escusos, no mínimo ridículo ou de pouco caso com as reivindicações dos trabalhadores, eles alegaram que não tiveram tempo hábil para lerem a pauta, muito embora a minuta tenha chegado as mãos deles no dia 26 de Fevereiro.

         Solicitando prazo maior para observar e analisar melhor e redigir uma contra proposta, o sindicato patronal sugeriu dia 9 de março para dá prosseguimento a reunião. O SindForte rechaçou imediatamente, pois se tratava de mais uma manobra, não aceitando esse tipo de provocação.

O SINDFORTE, Já saiu ganhando no que diz respeito a data base que conseguimos na mesa de negociação permanecer e firmar para o dia 1º de março.

            Já esta marcada a próxima rodada de negociação para o dia 13/03 ás 12:00 no Ministério do Trabalho e Emprego , com o SINDESP . “Esperamos que eles tenham a decência de apresentar uma contra proposta condizente com a atual situação econômica que vive o nosso país nos dias atuais”, disse o dirigente sindical Marcos Aurélio.

       “Os patrões sempre usam de qualquer expediente, mesmo os mais baixos, principalmente quando se trata de benefícios para os trabalhadores e, isto não vamos permitir. Esta primeira rodada serve de ponta de lança e criar fio às próximas”, afirmou Santiago, presidente do SindForte/RN.

Carta de Olinda

           “Imperam nos veios das lutas sindicais, coerências e dignidades, que singulares permeia-nos   para ações límpidas e plenas de DEMOCRACIA”. Esta frase abre a Carta de Olinda, forjada por sindicalistas dos Estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e do Rio Grande do Norte, representando suas entidades da categoria dos vigilantes, com intuito de garantir, manter e avançar nas conquistas para os trabalhadores, se reuniram em Olinda/PE e, por unanimidade produziram um documento, oferecendo um força sindical capaz de enfrentar unidas, todas tentativas de desrespeito aos diretos dos vigilantes.

         O SindForte/RN e sindicatos de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e a CNTV – Confederação Nacional do Vigilentes, Fives – Federação Interestadual dos Vigilantes do Nordeste e seus respectivos assessores jurídicos, certos das responsabilidades advindas das deliberações das assembleias e reuniões diretivas, resolveram construir um documento chamado a Carta de Olinda, onde postam metas de lutas, dentre elas o Reajuste Salarial no Percentual de 15% (quinze inteiro por cento); Vale e ou ticket alimentação no valor unitário de R$ 20,00 (vinte reais); Jornada de trabalho de 44 horas semanais; Plano de saúde com peculiaridades locais; Concessão de 20% para trabalhadores nas “tesourarias ou Câmaras de Compensações” que funcionarem nas empresas de segurança/vigilância e transportes de valores a título adicional de “Quebra de Caixa”.

         “Este documento, a Carta de Olinda, vem para evidenciar a união dos vigilantes em todo o Nordeste, e mais: é um clara comprovação das necessidades e conquistas do trabalhador vigilante, são as mesmas, tanto aqui no Rio Grande do Norte, como em qualquer estado do país, além de mostrar à classe patronal que estamos unidos, Sindicatos, Confederação e Federação e, que falamos a mesma língua, onde o interesse irredutível de defender os direitos dos vigilantes é a prioridade”, disse Santiago, presidente do SindForte/RN

Separados somos fracos, mas juntos somos imbatíveis.

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