Prosegur não quer acordo

            Na última quarta-feira, 28 de maio, na sala da Procuradoria Regional do Trabalho, o SindForte participou de uma reunião sob a Presidência do Procurador Regional do Trabalho, Doutor Xisto Tiago Medeiros Neto, mediando uma audiência relativa a compensação de horas extras.  Na ocasião o Procurador explicou que a compensação de horas extras só pode ocorrer posteriormente a exigência do trabalho complementar, ou seja, exigidas horas extras, por exemplo, nos dois primeiros dias semana, poderá haver compensação de tais horas no último dia da semana, com a exigência de o trabalhador ser devidamente comunicado do dia e do período da compensação.

         Devidamente representado, por SindForte, Tertuliano Santiago, presidente, Márcio Figueredo, Secretário-Geral, Rômulo Pessoa, diretor de comunicação e pelo assessor juridíco, Dr. Oderley Rezende Santiago, o SindForte mais uma vez fez valer os direitos dos seus associados. Já os representantes da Prosegur, Sr. Carlos Vicente, Sra. Danielle Palhano e o advogado Dr. Eduardo Serrano foram intransigentes, e, como sempre a Prosegur nunca busca uma saída negociável que, de fato, venha beneficiar o trabalhador.

         No segundo item da pauta, que versa sobre o adicional de periculosidade de 30% aos trabalhadores que exercem as funções de operador de rádio, inspetor de segurança de base e supervisor de logística de valores, a empresa Prosegur entende que estas funções não são beneficiadas pela portaria 1885/2013 do MTE.

         Diante dos argumentos e sem a possibilidade de consenso, o Procurador ressaltou o direito do SindForte exigir, via justiça do Trabalho, fazer valer os direitos da categoria. “Não houve possibilidade de um acordo, sendo assim, iremos tomar as medidas cabíveis perante a Justiça do Trabalho, porém não vamos abrir mão do direito do trabalhador”, finalizou Tertuliano Santiago, presidente do SindForte.

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