O Continente faz mobilização contra Prosegur

       Uma só voz, de Norte ao Sul do nosso Continente, trabalhadores vigilantes disseram BASTA JÁ às violações dos Direitos Humanos na Prosegur. Centrais sindicais, sindicatos e organizações sociais se mobilizaram em todo o continente contra o modo perverso e criminoso de como os trabalhadores são tratados por esta empresa que não respeita as Leis.

       Foram encaminhada cartas às embaixadas onde se solicitou ao governo espanhol sua intervenção para que a empresa Prosegur respeite a lei e os direitos humanos nos países onde opera. O impacto da demanda se sentiu também nas redes sociais. Mais de 80 mil pessoas no Facebook foram alcançadas pelos diferentes artigos postados e um número similar se alcançou no Twitter.

     Uma delegação foi encabeçada por José Boaventura, Presidente da CNTV, que, em representação do setor de Segurança Privada da UNI Américas se reuniu com o conselheiro de emprego e segurança social da Embaixada. Dito funcionário se comprometeu a informar sobre o caso e tomar as medidas possíveis para transformar a realidade dos trabalhadores da Prosegur e persuadir à empresa para que mude sua forma de agir.

     Hoje, pela manhã, em Natal, não poderia ser diferente. O Sindforte reuniu um contingente de vigilantes em frente a sede da Prosegur, fazendo seu protesto com cartazes, se juntando a milhares de trabalhadores no mundo inteiro que sofrem com os métodos usados pela Prosegur.

     A Prosegur, nos países onde atua tem por propósito desrespeitar suas leis trabalhistas e impor sua própria missão de conduta, que é a de humilhar o trabalhador. “A Prosegur pensa que ainda estamos no período em que eles, espanhóis, matavam e roubavam nossas riquezas, é bom que ela entenda que este tempo passou, se quer ficar aqui, em nossa terra, tem que se submeter às nossas Leis. Esta manifestação coletiva em diversos países reflete muito bem como a Prosegur vê seus funcionários e colaboradores. Não podemos e não vamos ficar inertes vendo a Prosegur atropelar nossas convenções”. Falou Santiago, presidente do SindForte.

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