SindForte contra a PL 4330

Quinta-feira(29), o SindForte/RN esteve presente em audiência pública na Câmara Municipal de Natal proposta pela vereadora Amanda Gurgel (PSTU), para discutir o PL-4330, aprovado na Câmara dos Deputados e que amplia a terceirização para todas as funções no Brasil. A audiência “A Luta Contra o PL das Terceirização” realizada às 09:00 horas, contando com a presença de vários outros sindicatos e centrais sindicais.

O SindForte/RN, tem se manifestado contrário o PL 4330, desde sua origem, por entender os danos que ocorrerá aos direitos dos trabalhadores, caso seja implementado. “Essa tragédia anunciada na verdade veio para acobertar o trabalho escravo como também desvalorizar o trabalhador, diminuindo salários, aumentando a rotatividade dos trabalhadores nas empresas e aumentando a carga horária dos trabalhadores, ferindo a CLT, cujo direitos conquistados a duras penas ao longo dos anos”, explicou Rômulo Pessoa , diretor do SindForte.

O Projeto de Lei, aprovado na Câmara dos Deputados está no Senado aguardando aprovação. “É preciso ficarmos vigilantes, atentos aos deputados do RN que votaram a favor desta aberração social, traindo os trabalhadores rasgando a CLT, agora, precisamos ficar de olhos abertos nos 3 senadores que irão votar contra ou a favor do trabalho precarizado, desse PL 4330 que vem ampliar e amplificar o trabalho escravo,” expôs Tertuliano Santiago, presidente do SindForte.

Ao longo de 4 anos, o SindForte/RN, fez de sua missão uma trincheira à lutas e batalhas em favor da categoria dos vigilantes, sem ceder um milímetro no que concerne direitos dos trabalhadores. Desta maneira, com uma base coesa, unida o sindicato permanece em sentinela e preparado para ir contra o poder econômico e político que ameaçam os direitos trabalhistas dos vigilantes, para que tenhamos direitos igualitários.

O SindForte, é frontalmente contra o PL 4330, o chamado “PL das Terceirização”, porém, lutou e conseguiu defender os direitos de alguns terceirizados existentes dentro da categoria, trazendo-os e tirando-os da condição de vigilante de segunda classe para uma equiparação de direitos e conquistas feitas pelo sindicato, tais como: a conquista dos 30% de periculosidade , definição da carga horária de 44 horas semanais, extinção do banco de horas, dentre outros avanços. “O que não aceitamos é o nivelamento por baixo, que é o caso, se por ventura este PL for implementado, seremos todos prejudicados em nossas conquistas e não podemos retroceder ao tempo em que os patrões mandavam e desmandavam nos sindicatos, como aconteceu no Sindvigilantes, presidido por Ribeiro”, disse um diretor do SinForte.

SEPARADOS SOMOS FRACOS , UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS!

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