SindForte ganha mais uma da Prosegur

         A empresa multinacional espanhola no setor de segurança privada e transportes de valores, Prosegur, segue sua política de reimplantação da regras colonialista dos tempos do século XV, burlando, pressionando, chantageando, violando e oprimindo seus funcionários em toda a América Latina. Porém, não para por aí, a Prosegur tenta desmoralizar as leis trabalhistas e suas autoridades aonde se instala, não cumprindo determinações e ações julgadas.

       A mais recente foi o não atendimento da ação de reintegração, decisão da Dra. Symeia Simão da Rocha, juíza do Trabalho, que obrigava a empresa receber e recolar em suas funções profissionais o companheiro Edivaldo Dantas, em um prazo de 24 horas, a partir da notificação.

       Fazendo ouvido de mercador e desdenhando da decisão da magistrada, a Prosegur, usando o subterfugio para não acatar a decisão da Justiça alegou, que dependeria do jurídico da empresa, em São Paulo, e portanto, Edivaldo não seria incorporado, fato que esse, que se fez necessário o SindForte, comunicar à Dra. Juíza.

       Pela segunda vez, a empresa foi notificada, salientando, caso fosse descumprida novamente a decisão, o gerente local, imediatamente seria preso e a empresa passaria a pagar multa diária de R$ 5.000,00.

       “Os dirigente da Prosegur tem que entender que não estamos no tempo da colonização e, por sinal, o Brasil não foi colonizado por eles, não vai ser agora, não vamos permitir que Prosegur, burle e viole os direitos dos trabalhadores, esta vitória é toda categoria, que está unida em defesa dos seus direito”, comentou, Márcio Figueredo, vice-presidente do SindForte.

Separados somos fracos, juntos somos imbatíveis!

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